Palavras nunca foi um real problema para mim. Mas quando penso em você, elas se perdem. Voam para longe. Alcançam um lugar que eu nem sei onde é.
Quantas coisas eu não sei! Não sei o quanto eu te amo. Até quis saber. E soube. Aprendi, entendi. Mas as palavras faltaram, novamente, para que eu lhe explicasse.
Amor não se prova com palavras. “Elas não têm a mesma força que gestos”. Têm sim! Eu digo que têm. As palavras sempre foram meu forte. Mas elas não estão mais sendo o suficiente.
Não quero falar. Tampouco escrever. Quero mostrar. Mas, como? Diga-me, como? Não sei. E mais uma vez, fica clara a minha ignorância.
N. N de novata, de novidade, de novo. Tudo novo! Eu temo o novo, o inesperado. O inexplorável. Temo tudo aquilo que eu não sei. Mas eu não sei tantas coisas...
E então, parece que vai tudo explodir. Ou implodir? Que seja. Tudo vai acabar. Como conhecer o novo se há medo em novidades? E então, conhece-se a expressão: primeira vez.
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