Recheada de dor,
Minha lágrima é derramada.
Meu pranto é repreendido
Por aqueles que não me permitem sofrer.
Isto, em nada me ajuda.
Não é mais preocupação,
É prisão, exclusão de liberdade.
Deixem-me chorar meu choro!
Clamo pelo meu salvador.
Nada diz respeito à religião,
Mas sim ao amor;
E ele não está aqui para me zelar.
Não por opção,
Mas pelos caminhos tortos
Da linha reta
Que é a vida.
E na escuridão de pensamentos,
Invade-me um mar de lágrimas,
Uma tempestade de soluços,
E, por fim, um sentimento de dor.
Dor esta que é tua.
Logo, é minha.
Prometemos que não existiria meu ou teu;
Existiria o nosso.
Eis que, desta tristeza,
Que vos parece incurável,
Há cura.
Porém ela encontra-se distante.
Distante numa distância
De espaço e tempo:
Quilômetros e dias
Nos separam da felicidade.
Como, oh céus, é possível sorrir?
Se a minha felicidade foi arrancada
Como roubam doce de crianças
Que, antes do ato, estavam a sorrir.
Como, diga-me, como?
É impossível fazer-se feliz
Quando ele não está aqui.
Venha logo pra mim!
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Sua opinião é muito importante para mim =)