Tão sem nobreza, enterro minha alma, que não pode mais se encher de júbilo, uma vez que privaram-me desta virtude, que meus olhos rubros e fatigados de intenso trabalho não são mais capazes de demonstrar.
Embora tais infortúnios me aconteçam, em nenhum momento passou-me sequer uma ponta de arrependimento, tampouco julguei equívoca a hora em que mergulhara-te em minha vida. O pesar das consequências, posso garantir não ser nosso.
Conservo os sentimentos e os votos de outrora, onde jurei-lhe a minha vida e, junto a ela, as desventuras da minha existência. Não pretendo abaixar a cabeça e aceitar o destino que infelizes, que resolveram que o traçariam por mim, querem me impôr. Permanecerei forte e certas de minhas decisões e escolhas, que cabem tão e somente a mim.
Quero-te, então, assegurar que continuo imparcial às minhas próprias palavras, que permanecem intocáveis e seguirei lutando pela felicidade que não mais posso julgá-la minha, senão nossa.
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